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A plataforma Google questiona sobre a nova PL das fake News

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    Na quarta-feira, a Câmara de Comércio analisou os regulamentos buscando novas normas para ações nas redes sociais durante a eleição. Caso seja aprovado, poderá liberar políticos de conteúdo bloqueado por empresas de tecnologia. No entanto, depois de muitas audiências em 2021 a começo de 2022, na Câmara dos Deputados o presidente Arthur Lira (PP-AL), disse que a urgência do Projeto de Lei ‘Fake News PL’ seria no dia 6, e o plenário da Câmara dos Deputados Expresse apreço.

    Assim, na reunião, os parlamentares devem discutir as partes mais polêmicas do relatório do deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) e continuar discutindo o mérito do texto que deve ser votado nos próximos dias. Um dos pontos que ainda gera tensão na nova regulamentação é a previsão de remuneração por conteúdos noticiosos usados por redes sociais e outros.

    Questionamento sobre a PL

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    A reação contra isso vem das plataformas na internet. A empresa Google, que se mostrou a mais reticente sobre o assunto disse publicamente que pode ser forçada a financiar notícias falsas se for aprovado a proposta. O presidente Fabio Coelho, do Google no Brasil, contou que o sistema já paga pelo licenciamento de conteúdos noticiosos e valoriza o trabalho dos profissionais de notícias, mas projetos em andamento podem ser ampliados indiscriminadamente.

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    A proposta prevê o pagamento do conteúdo noticioso utilizado pelas plataformas. Sem uma definição precisa do que deve ser considerado conteúdo de notícias ou como usá-lo, o Google será obrigado a pagar aos produtores de conteúdo apenas para mostrar seus sites nos resultados de busca. Por enquanto, o projeto interrompe severamente a funcionalidade de um serviço gratuito e aberto projetado para atender a todos.

    O que o Google pensa

    Portanto, segundo o Google, qualquer site que se intitula noticia podem pedir quantias, mesmo que não tenham qualidade em seus conteúdos e nem nos temas. Ou seja, isso inclui temas como teorias da conspiração, fake News e boatos.

    De acordo com o Google, o YouTube pode ser uma das mais afetadas pela PL. Atualmente, você só pode receber fundos da rede se concordar com o Programa de Parcerias do YouTube. Canais rotulados como fornecedores de mentiras, ódio e crime têm alcance limitado e não ganham dinheiro.

    Veja também: LGPD: As novas leis que flexibilizam as obrigações para as Pequenas e Médias Empresas