A nova plataforma da Web 3.0 virou a solução para criadores de conteúdo lucrarem mais

Publicidade

Celebridades, criadores de conteúdo, estrelas do esporte entre outros famosos encontraram na tecnologia de blockchain a ferramenta mais poderosa e sem precedentes para monetizar o aumentar os ganhos, construindo conexões com fãs e autonomia nos seus trabalhos.

Publicidade

Mas, assim como ganhou relevância trabalhar com internet, muitos influencers descobriram que a estruturas da Web 2.0 não fornecem mais o suporte que os criadores de conteúdo precisam para atingir seus objetivos profissionais. A maioria aponta graves desequilíbrio entre a quantidade de conteúdo que criam e seu respectivo valor e o valor que obtêm.

Como funciona o algoritmo

Contudo, isso veio à tona porque eles precisam gastar muito tempo e dinheiro para fornecer material que não apenas satisfaça seu público, mas também o algoritmo. Como os algoritmos da Web 2.0 não são acessíveis publicamente, os criadores são forçados a colocar suas reivindicações com destaque no topo dos feeds de mídia social.

Publicidade

No entanto, como resultado, não há como entender como maximizar o valor monetário da criação de conteúdo, o que na prática significa que os criadores têm uma fonte de renda não confiável. Como administrar um negócio de sucesso com essas condições de trabalho?

Web 2.0

A Web 2.0 permite que pequenos grupos que criam algoritmos de mídia social e recursos de publicidade monopolizem esses protocolos e determinem quais criadores ganham dinheiro, quanto e como?

Por sua vez, como as empresas e marcas usam a plataforma para interagir e ampliar essa dinâmica? Então, para que empresas que trabalham com mídias sociais ganhem receita, é preciso de publicidade das marcas. Sendo assim, as marcas usam as redes sociais para alavancar e expor seus produtos, usando os influenciadores relevâncias nas plataformas. Ou seja, esses criadores de conteúdo acabam se tornando ‘’peões’’ para a plataforma, fazendo com que as marcas façam trocas. É uma troca de trabalho, e os influencers recebem valores justos para esse trabalho.

Web 3.0

Agora, com a nova tecnologia da Web 3.0, o acesso aberto acaba removendo o poder, e possibilitando que os criadores tenham total autonomia dos negócios. Com esse avanço, é possível que seja negociado os valores e trabalhos diretamente, sem que tenha interferência de terceiros nos negócios.

Sobre a estabilidade

Atualmente, criar conteúdos nessa nova tecnologia é diferente, isso porque os criadores podem escolher quanto iram cobrar pelo job. Portanto, essa autonomia oferece conforto e estabilidade.

No entanto, esses criadores e fãs ainda precisam aprendem mais sobre a Web 3.0, já que a possibilidade de criar conteúdo é fácil, e não precisa de outras maneiras para conseguir divulgar. Agora, esses influencers tem a chance de resolver de forma rápida, tirando o poder de empresas grandes.

Corrigir problemas pela Web 3.0

Contudo, com esse avanço é possível corrigir erros dos piores nas plataformas. Isso porque existem relatos da Web 2.0 que os algoritmos discriminam as comodidades marginalizadas. Por exemplo, ativistas nativos americanos encontraram suas postagens no Instagram censuradas e criadores negros processaram o YouTube para remover automaticamente seu conteúdo, alegando preconceito racial.

Os críticos do TikTok têm como alvo seu algoritmo no estilo “bolha de filtro”, que supostamente carrega vídeos do mesmo grupo demográfico que as pessoas. Isso fez com que muitos criadores negros saíssem do aplicativo. Todavia, o engajamento direto em plataformas da Web 3.0 permite que criadores e fãs ignorem a chance de discriminação algorítmica, garantindo que as minorias tenham oportunidades semelhantes para alavancar suas carreiras.

Aprendizados para a plataforma Web 3.0

Em suma, os criadores ainda têm dúvidas básicas sobre como usar a Web 3.0. Afinal, eles estão familiarizados com os códigos fechados e o monopólio centralizado de nossa infraestrutura de rede atual.

Veja também: Instagram remove função ‘arrasta pra cima’ e otimizará o ‘explorar’ para os usuários

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*