Google prolonga o fim de Cookies para sites. Saiba mais!

Em 2020 a empresa Google divulgou que não fornecerá mais suporte de cookies no seu navegador de terceiros. Então, com a intenção de manter a privacidade das pessoas, esse plano estava previsto a partir de 2022. Após isso, a empresa se compromete a desenvolver e demonstrar suas alternativas por meio do Privacy Sandbox de privacidade pelo FLoC. Porém, em 2021 a companhia contou que adiará o cancelamento dos cookies para 2023.

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A empresa disse que a mudança ajudará o Google a ganhar mais tempo e desenvolvimento “com responsabilidade”. Com a extensão do prazo, a gigante está com planos de ouvir os usuários para tomar a melhor decisão. Mas, afirmaram que estão se comprometendo a trabalhar com órgãos do governo para não deixar nenhuma ‘’ponta solta’’. A cooperação com a indústria publicitaria também é uma prioridade.

Contudo, a Mountain View está em uma decisão complicada. Por causa de seu tamanho, a decisão do gigante teve um impacto profundo em muitos mercados, especialmente por conta de seu controle sobre o Chrome, os mecanismos de pesquisas e serviços de publicidade. Porém, se você escolher um caminho restritivo, que é considerado benéfico para as pessoas que usam a Internet, a empresa irá interferir nos negócios de milhares de empresas de publicidade, e caso mantiverem as pessoas continuarão a ser expostas a vários dados monitorando.

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Entretanto, onde o Google estiver, haverá questões complicadas para lidar. Ao longo do processo, os órgãos reguladores sempre irão monitorar a empresa e, independentemente de o conceito de Privacy Sandbox de privacidade ser avançado ou não, sempre estará na mira da posição mais crítica.

O que são Cookies?

Primeiramente, você precisa saber para que serve os Cookies. Então, são arquivos pequenos criados pelos sites que são visitados e ficam salvos no computador da pessoa por meio do navegador. Esses arquivos possuem informações que já foram usadas para guardar e identificar os leitores. Ou seja, contem informações para identificar os usuários com base em cada perfil e até mesmo para armazenar informações sobre dados de uma página para outra. Os cookies também costumam estar relacionados a violações de privacidade na Internet.

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Essa tecnologia existe desde o surgimento da Internet doméstica na década de 1990 e foi projetada para atender às necessidades das lojas online, mas rapidamente ganhou diferentes usos. A lei GDPR elaborada pela União Europeia entrou em vigor em maio deste ano. Estipula a transparência das informações que os usuários fornecem ao site e exige a exibição de notificações por meio de políticas de cookies. A decisão envolve empresas com sede ou atuação no continente africano, mas essas empresas estendem a declaração a todos os países.

Fim dos cookies

De forma a reduzir o suporte para Cookies, a empresa liderada por Sundai Pichai irá proceder em duas etapas: após testar e lançar a APIs no Chrome, terá início a primeira fase, que inclui nove meses para avisar e fazer com que empresas publicitarias e anunciantes se preparem para ajustar os seus Serviços. Após esse período, se a experiência for positiva, começará a segunda fase, os cookies de terceiros serão deixados de lado por três meses, terminando apenas em 2023.

O fim está mais perto, mas a alternativa ainda é uma “ideia”. A aprendizagem conjunta em grupo FLoC, será uma das soluções gerais para substituir os cookies. Para ter mais impacto, essa proposta precisa ser aceita pela maioria dos usuários. Contudo, alguns concorrentes rejeitaram imediatamente a ideia.

Entretanto, nada impede que o modelo se reformule ou receba alternativas melhores. Uma vez que o suporte em duas etapas pode estar destinado ao abandono, outros concorrentes neste segmento de mercado podem aproveitar esta oportunidade para expressar as suas ideias, e competir com proprietários de Chrome.

Em suma, para as ideias contidas na caixa de proteção de privacidade, o Google prometeu publicar uma “linha do tempo mais detalhada” em seu site oficial no futuro. Nada está definido em pedra, então mais mudanças podem acontecer até 2023.

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